domingo, 10 de julho de 2011




''Encosto o meu dedo em sua pele, mas ela não afunda. Não é possível. Desabotôo a sua camisa e deito a minha cabeça em seu peito, meu homem de lata. Diante do novo segredo, eu queria chorar, mas posso enferrujá-lo. Então, como viveria em paz sem sua armadura? Sem nada entender, você se vira e vai embora. E só então eu percebo: sua armadura é furada, meu amor. Nas centenas de furos sobre a lata, vai aguando todas as plantinhas ao seu redor. Você é, na verdade, um lindo homem regador.''