''Mas sabes principalmente, (...) que tudo passará um dia, quem sabe tão de repente quanto veio, ou lentamente, não importa.''
sábado, 19 de novembro de 2011
tentativa
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
floresce o tempo...
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
só os poetas...
domingo, 30 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Carpinejar.
domingo, 16 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
— Paula Andrade
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Atualmente em mim.
Extrair um texto, uma crônica, uma historinha infantil ou até mesmo uma piada de mim, vem sendo complicado de uns tempos para cá. Venho contornando meus pensamentos, e deixando-os perdidos em meio à ácida rotina que abraça e corrói delicadamente meus dias nesses últimos meses. Ando inserida em um processo de adaptação interminável comigo mesma, meio perdida na nova linha que se perpetua na estação do meu universo. Caí sem querer no mundo de uns tempos pra cá, sem querer me vi querendo crescer. De repente quase não me reconheci, mas ao mesmo tempo não podia esperar nada diferente de mim. Meus dias se tornaram corridos e cheios, logo eu, uma menina sedentária, adoradora da preguiça e da acomodação, que alguns meses atrás era acusada constantemente de ter lombrigas pelo número de horas que passava deitada em minha cama e minha mãe como de costume, adorava jogar na minha cara que eu vivia pra dormir. Então isso mudou, logo comecei com essa história de crescer, de profissão, de querer ser gente. Uma pessoa muito querida me ofereceu uma oportunidade impagável, imperdível. Fui trabalhar então. Mas nada disso é sobre o tal trabalho, é sobre o que ele representa pra mim. Como já foi dito, sempre fui uma adoradora da famosa arte de ‘’preguiçar’’, como diz meu namorado, então mudei, quis mudar. Logo isso me leva a pensar e outro ponto. Fazia muito tempo que não mudava nada em mim.
Logo eu poderia me reinventar todos os dias, uma vez que manjei bem essa história de mudar, teorias e práticas à parte, vêm sendo muito complicado viver com essa mudança. Mas não complicado no sentindo de complicação, mas complicado no sentindo de novo sabe? Complicado no sentido de recém-descoberto, quando você ainda não tem controle total sobre a situação, complicado como a mercê do incerto. Sei que é uma coisa comum, normal. Todo mundo passa por isso. Mas coisas como essa que passam batido pelos outros, costumam a me chamar muita atenção, e eu, pobre de mim, tenho essa mania de dissecar tanto as situações e as pessoas que tudo se torna intenso demais. Tudo pra mim tem que ser assim, sempre outra visão. Sinto prazer em dramatizar, aumentar, usar metáforas e metamorfoses para descrever coisas claras e simples. Os dramas que ao mesmo tempo são o diabo da minha existência sustentam puramente a essência do meu eu. Não sei, vivemos em conflito constante, mas assim eu vou levando, só assim sei levar. Sem meus amados dramas não valeria à pena, não pra mim.
E falando em dramas, não posso deixar de escrever sobre o meu preferido, a saudade, que é um dos temas que mais me chama atenção no índice da vida. Logo, como conseqüência dessa história toda, me resta sentir a falta do antigo com um breve sorriso. Uma saudade boa do que ficou pra trás, das minhas amigas todas juntas todos os dias. Das risadas garantidas que eu tinha todas as manhãs. Me esforço sempre pra manter o contato, regado de saudade, afinal passei 2010 inteiro declarando aos 4 ventos meu medo de me afastar, hoje sei que é inevitável, ao mesmo passo que sei que não é relevante pro que é realmente um vínculo. Mas eu já sabia disso. Tenho amigas que não falo há 2 dias, 2 semanas, 2 meses. Continuo amando vocês da mesma forma, das mais complicadas até as mais inconstantes. Só para esclarecer, eu continuo aqui. Sempre estarei, no mesmo lugar, aguardando por vocês com um ombro a disposição. Cada dia que passa, descubro mais minha paixão pela profissão que escolhi, e devo parcela dessa descoberta à essas minhas amigas que sempre usaram do meu potencial, sempre esquentando a lapa da minha orelha. Ahahahha!
Todavia, vir aqui, e escrever esse texto sem um tema certo, foi meio desafiador pra mim. Cheguei a me questionar se ainda conseguiria escrever 3 ou 4 linhas. Amém senhor, consegui. Consegui então trazer uma lembrança de mim pra alguém que reclamou sobre as aspas nesse meu blog. Pensei em muitas coisas enquanto escrevia essas linhas sem reler, ando meio fragmentada de mim, mas no bom sentido; no sentido de canalizar fragmentos para coisas boas, para viver bem. Se eu me junto muito comigo não sai coisa boa. Tenho muitas, muitas, coisas em mim para serem escritas e dificilmente explicadas, como outra dramatização que não vale nada. Tenho muitos sentimentos em formas de feto no meu coração, mas que ainda não se formaram em palavras. Tenho muitas histórias para contar e centenas de assuntos para discutir, mas no final das contas, não falei nada de importante, ao mesmo passo que disse tudo que queria dizer.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Poema Preso
Abscessos, tumores, nódulos, pedras…
São palavras calcificadas, poemas sem vazão.
Mesmo cravos pretos, espinhas, cabelo encravado, prisão de ventre…
Poderiam um dia ter sido poema, mas não…
Pessoas adoecem da razão, de gostar de palavra presa.
Palavra boa é palavra líquida, escorrendo em estado de lágrima.
Lágrima é dor derretida, dor endurecida é tumor.
Lágrima é raiva derretida, raiva endurecida é tumor.
Lágrima é alegria derretida, alegria endurecida é tumor.
Lágrima é pessoa derretida, pessoa endurecida é tumor.
Tempo endurecido é tumor, tempo derretido é poema.
E você pode arrancar os poemas endurecidos do seu corpo.''
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
''Não quero viver...
Não quero olhar para trás, lá na frente, e descobrir quilômetros de terreno baldio que eu não soube cultivar. Calhamaços de páginas em branco à espera de uma história que se parecesse comigo. Não quero perceber que, embora desejasse grande, amei pequeno. Que deixei escapulir as oportunidades capazes de bordar mais alegrias na minha vida. Que me atolei na areia movediça do tédio. Que a quantidade de energia desperdiçada com tantas tolices poderia ter sido útil para levar luz a algumas sombras, a começar pelas minhas.
Que eu saiba as minhas asas, ainda que com medo. Que, ainda que com medo, eu avance. Que eu não me encabule jamais por sentir ternura. Que eu me enamore com a pureza das almas que vivem cada encontro com os tons mais contentes da sua caixa de lápis de cor. Que o Deus que brinca em mim convide para brincar o Deus que mora nas pessoas. Que eu tenha delicadeza para acolher aqueles que entrarem na roda e sabedoria para abençoar aqueles que dela se retirarem.
Que, durante a viagem, eu possa saborear paisagens já contempladas com olhos admirados de quem se encanta pela primeira vez. Que, diante de cada beleza, o meu olhar inaugure detalhes, ângulos, leituras, que passaram despercebidos no olhar anterior. Que eu me conceda a bênção de ter olhos que não se fechem ao espetáculo precioso da natureza, há milênios em cartaz, com ou sem plateia. Quero aprender a ser cada vez mais maleável comigo e com os outros. Desapertar a rigidez. Rir mais vezes a partir do coração.
Quero ter cuidado para não soltar a minha mão da mão da generosidade, durante o percurso. E, quando soltá-la, pelas distrações causadas pelo egoísmo, quero ter a atenção para sincronizar o meu passo com o dela de novo. Quero ser respeitosa com as limitações alheias e me recordar mais vezes o quanto é trabalhoso amadurecer. Quero aprender a converter toda a energia disponível às mudanças que me são necessárias, em vez de empregá-la no julgamento das outras pessoas.
Que as dificuldades que eu experimentar ao longo da jornada não me roubem a capacidade de encanto. A coragem para me aproximar, um pouquinho mais a cada dia, da realização de cada sonho que me move. A ideia de que a minha vida possa somar no mundo, de alguma forma. A intenção de não morrer como uma planta que engasgou e não disse a sua flor."
Ana Jácomo
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
[Rani Ghazzaoui]

"Na fé, eu sou capaz de me dizer,com amorosa humildade,que grande parte das vezes eu não sei o que é melhor para mim. Eu não sei, mas Deus sabe. Eu não sei, mas minha alma sabe. Então, faço o que me cabe e entrego, mesmo quando, por força do hábito, eu ainda dê uma piscadinha pra Deus e lhe diga: “Tomara que as nossas vontades coincidam”. Faço o que me cabe e confio que aquilo que acontecer,seja lá o que for, com certeza será o melhor, mesmo que algumas vezes, de cara,eu não consiga entender".
domingo, 10 de julho de 2011

"Tu tens um medo: Acabar.
Não vês que acabas todo o dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que te renovas todo o dia. No amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de morrer. E então serás eterno."

quarta-feira, 6 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011

"Realidade é a gente que inventa. A gente pode brincar que é feliz e fica sendo. Igual quando se dedilha uma canção... quem faz o som senão as nossas próprias mãos? A gente é capaz de fazer nuvem da poeira e nem sabe... só precisa levantar e sacudir. A gente traz no peito uma máquina que fabrica sonhos só nossos, mas a máquina não funciona se a gente não der corda e emperra se a gente não usa. E Deus lá criaria alguma coisa sem utilidade? Tem que sonhar, tem que querer. Eu sempre quero e aprendi a fazer colar com as lágrimas que caem quando um sonho sai meio torto. O sonho eu levo de volta para a forma, pra ver se ganha outro molde, e o colar eu penduro no pescoço que é pra tristeza ficar bonita."
sexta-feira, 10 de junho de 2011
You said you'd be coming back this way again baby.
Baby, baby, baby, baby, oh, baby.
I love you, I really do.
Loneliness is such a sad affair, and I can hardly wait to be with you again.
What to say, to make you come again?
Make you come back again, and play your sad guitar.''
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Stephen King
quinta-feira, 26 de maio de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
que as nuvens transportam por cima do dia!
Um pouco de sombra, apenas,
- vê que nem te peço alegria.
Traze-me um pouco da alvura dos luares
que a noite sustenta no teu coração!
A alvura, apenas, dos ares:
- vê que nem te peço ilusão.
Traze-me um pouco da tua lembrança,
aroma perdido, saudade da flor!
- Vê que nem te digo - esperança!
- Vê que nem sequer sonho - amor!
Cecília Meireles
Da Fernanda para nós!
sexta-feira, 11 de março de 2011
você.
O incrível Paulo Coelho.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."
segunda-feira, 7 de março de 2011
coragem.
''Eu não gosto de abandono, por isso acolho. Por isso recolho e não costuro sorriso porque chorar é preciso. Porque não importa se o desenho é feio. Ou se a ferida é doída. Eu contorno e de um jeito ou de outro, sempre tenho uma cor pra mudar a história. E na vida, a gente aprende que quanto mais a nuvem pesa e se enche de cinza, mais forte vem a chuva. Ou o choro. Sorte é ter um coração cheio de pancadas, metido em tempestades e sujeito a trovoadas. Esses sim são corações maduros de forte. Não de vez. Tenho um coração de todas as cores. Que amanhece azul e adormece vermelho ou bege ou rosa ou verde ou roxo ou...qualquer cor serve, porque quanto mais cor no coração, aprenda: mais coragem na vida.''domingo, 6 de março de 2011
Dia 5.
Lembro-me de um tempo, outro tempo... o tempo que eu ainda não conhecia a saudade.
sábado, 5 de março de 2011
O fato é que ue sou uma pessoa melhor por causa das mortes. Se tudo tem seu lado positivo, este é, sem dúvida, bem frágil. Mas existe. Isto não significa que ele valha a pena, que a troca seja justa ou algo semelhante, mas dei que sou um homem melhor do que eu era. Tenho uma noção mais apurada do que é importante. Compreendo melhor a dor das pessoas....''
"Há sempre o momento de pedir ajuda, de se abrir, de tentar sair do buraco. Mas, antes, é imprescindível passar por uma certa reclusão. Fechar-se em si, reconhecer a dor e aprender com ela. Enfrentá-la sem atuações. Deixar ela escapar pelo nariz, pelos olhos, deixar e...la vazar pelo corpo todo, sem pudores. Assim como protegemos nossa felicidade, temos também que proteger nossa infelicidade. Não há nada mais desgastante do que uma alegria forçada. Se você está infeliz, recolha-se, não suba ao palco. Disfarçar a dor é dor ainda maior.''

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
alguém...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Só que água do mar ninguém bebe, já me explicaram, é salgada demais. É ruim. Só peixe dá conta. Água do mar é feita de lágrimas, milhões e milhões de gotas de lágrimas, principalmente daquelas pessoas que moram longe, naqueles lugares que quase não chove, por exemplo. É tanta lágrima, mas tanta lágrima... que a dor escorre todinha, indo parar distante dali, formando mares. Lágrimas de gente que não vê chuva, que morre de medo de não chover, igual a mim. Qualquer dia desses, vai ter lágrima minha no mar.''
domingo, 20 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Always Remember.
Venho aqui hoje, prestar homenagens, agradecer, e parabenizar alguém especial. Não, não alguém especial, a pessoa mais especial que eu tenho em minha vida.
Começo então, com um simples parabéns, eu te amo. Não sou muito de rezar, mas sempre que rezo penso em você mãezinha, peço a Deus que te dê força, saúde, paz, amor e muitas realizações ainda, que esses anos anda se dobrem e que o caminho seja bem longo ainda pela frente. Te desejo muito mais do que desejo pra mim mesma, me orgulho demais de você, todos os dias da minha vida contaria a história de minha mãe que tanto amo, que tanto quero bem.
''Pais não viram pedra.'' Já me dizia alguém, você mãezinha jamais seria diferente, mas quero tanto que você saiba o quanto te amo, e o quanto desejo nunca viver nesse mundo sem você. Que Deus seja gentil conosco e que o tempo nos una sempre. Jamais desunião.
Sei que não sou a filha dos olhos, nem um exemplo, erro bastante, na verdade, sempre erro. Sinto sua falta muitas vezes, e outras só não sei como te pedir um beijo ou um abraço. Hoje, não te comprei presentes como sempre. Que hábito horrível, deixar tudo pra Izabella resolver, sinto muito, não me desmereça por isso. De matéria eu não entendo muito. Mas se eu pudesse, te enchia de presentes, te daria todos os hidratantes e sabonetezinhos do mundo. Te compraria uma ilha no Tahiti e um sol novo que fizesse mal, muitos cenouras e bronze para deixar a sua pele da sua cor preferida, roupas e sapatos coloridos, sorrisos novos e o traria seu coração pra casa. Infelizmente, não posso.
Te deixo de consolo todo o meu amor, toda a minha amizade, simpatia e consideração, mesmo que você não acredite ás vezes. Sei que seu jeito é dificil, ''aquariana'' introspectiva, não é a unica na minha vida, e todos os dias eu aprendo algo novo sobre vocês, que guardam o coração tão dentro que a gente quase esquece que ele está lá, mas quando aparece surpreende pela boa forma. Sei do seus amores também. Eles quase estão escritos em seus olhos.
Mãezinha, me perdoa. Nós sabemos que estamos enfrentando algo entre nós, uma parede ou algo assim. Era tão mais facil quando eu era criança, não olhar nos olhos dos outros e não procurar a decepção ajuda muito. Mas hoje aí está ela, me encarando. Por favor, não faça isso comigo. Eu me despedaço. Eu sou frágil, quase de manteiga.
Eu espero, eu torço, todos os dias, pra nunca te perder de vista, e por favor, nunca me deixe também, eu preciso tanto do seu colo, é o unico que eu tenho, o unico que eu conto todos os dias sem restrições. Me acolha quando eu precisar, por que eu preciso muito de você. Eu te amo demais, sinto ciúmes tantas vezes, me magoo, e nada sei dizer sobre isso.
Quero comigo te levar sempre, quero um dia ser espelho seu, procuro em mim sua força, entristece-me quando não a encontro, mas encho meu peito pra repetir pro mundo que sou sua filha.
Queria tanto poder te mostrar mais de mim, que o silêncio não machucasse as vezes, queria que você me visse, transparente do seu lado, como somos parecidas e opostos. Como somos lados diferentes e ao mesmo tempo um complemento.
Acabaste de vir aqui me dar um beijo, um boa noite. Choro, choro porque existe tanto que eu queria falar, tagarelaria por dias a fio para você coisas sobre mim, minhas lembranças e meus sonhos. E você, me contaria sobre você também?
Mãe, eu amo você. Me perdoa por tudo, por escolher os caminhos errados, por decepcionar, e por ser chorona. Só sei que te amo, e amo como nunca vou amar outro ser humano nesta terra. Nunca, haverá alguém como você na minha vida.
Eu te amo muito, que Deus te abençoe, te enriqueça de fé e saúde, e te preencha de amor hoje, amanhã e daqui pra sempre.
Feliz aniversário, meu diamante.
''Always Remember''
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
E você, aeroporto em greve, tá esperando o quê, olhando pra cima?































