Se difere da maioria dos dias porque hoje eu trago um mais de dúvida. Uma esperança de duvidar meio nova, meio antiga, meio esquecida. Mas ainda assim... esperança.
De repente me peguei a pensar. Tantas são as coisas pra se pensar....
Penso que deveria escrever mais sobre alegrias do que tristezas. Renovar-me. Promessa.
A vida é curta, essa é a realidade, a vida é curta e agente não leva quase nada dela. QUASE nada. Levamos tudo aquilo de bom e de ruim que fizemos por aqui...
levamos conosco nossas amizades, nossos amores, tudo que foi forjado verdadeiramente, e eu acredito que levamos coisas além dessa vida. Então além dessa vida, eu vou levar vocês.
Pra pessoas amadas eu escrevo cartinhas e bilhetinhos. Pra você mamãe, meninas, meu amor. Deixo um pedacinho do amor guardado e arquivado para que no futuro isso lembre algo bom que sempre esteve presente.
Para pessoas amadas que já partiram escrevo tanto que nunca será lido. será?
É sempre bom a gente deixar nossos pedacinhos por aí, espalhados por algum lugar, afinal, dizem que a vida só se dá pra quem se deu não é mesmo?
Entregar ao mundo uma parte sua não é uma tarefa fácil, é melhor guardar para si, sentir ciúmes e esconder oque não se quer dividir. Mas tem coisas nessa vida que são apenas um sussurro... praticamente sem som, e é preciso muita fé para escutá-lo.
Existe um bichinho chamado Esperança. mas ele é tão pequeno... tão frágil...
porque tão fraquinha Esperança?
A esperança é louca. Ela travou uma guerra sem fim com metade do mundo, uma guerra silenciosa e tão primorosa ao mesmo tempo.
Esperança, por favor, apresente-se para mim...